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A queda do PIB: -1% ou -2%
A pesquisa do Banco Central reduziu a estimativa de crescimento do PIB para 0,38%. O FMI reduziu-a para 0,3%. Os economistas com os quais O Antagonista conversa regularmente discordam: eles calculam uma queda do PIB, em 2015, entre 1% e 2%, com o racionamento de energia, o aumento do custo para rolar a dívida em dólar e a quebra das empreiteiras que participaram do estelionato da Petrobras. O aumento de impostos anunciado ontem por Joaquim Levy não vai cobrir nem a metade disso.
Gaviões da Fiel
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Apostas Copa America 2024 – Palpites nos jogos e no campeão
A carta de defesa de Cristina Kirchner, em resposta ao "suicidado" Alberto Nisman
O Antagonista, agora em versão para celular e tablet
Boas notícias para nós e para os leitores de O Antagonista. Estamos com uma versão apropriada para celular e outra para tablet. Ajustes ainda serão feitos, mas a navegação está bem mais amigável. Sim, ainda temos aspectos a desenvolver, mas se lembre de que não contamos com patrocínio estatal. Ajude a multiplicar o nosso número de leitores, por meio do boca-a-boca, pelo Facebook, o Twitter e outras redes sociais. Quem viabiliza uma publicação honesta, impressa ou digital, são os leitores. Quanto mais e melhores são eles, mais fortes seremos nós. Muito obrigado a vocês que nos acompanham desde a primeira hora.
Os sete selos do Apocalipse
O aumento do imposto sobre a gasolina será usado integralmente para cobrir o rombo deixado pela Sete Brasil. A empresa, inventada pelo PT para fabricar sondas do pré-sal no Brasil, agora vai comprar essas mesmas sondas do exterior e revendê-las à Petrobras. Joaquim Levy acha que os brasileiros são otários. É claro que ele tem razão.
Apaguem o Levy
Joaquim Levy está aproveitando o apagão para anunciar o aumento do imposto sobre a gasolina, o aumento do imposto sobre importações, o aumento do IPI sobre os cosméticos e o aumento do IOF sobre os empréstimos. Se apagassem seu microfone, os ganhos para a economia seriam bem maiores.
Levy, o tucano amestrado, e a traulitada nos contribuintes
Pois é, a reunião emergencial de Joaquim Levy, Nelson Barbosa, Aloizio Mercadante e Dilma Rousseff, a ex-guerrilheira de esquerda, só podia dar nisso: mais e mais imposto. Aumento do IOF para operações de crédito ao consumidor, aumento de impostos (incluindo a velha Cide) sobre os combustíveis, aumento de alíquotas de importação e aumento do IPI no setor de cosméticos. Tudo para arrecadar mais 20 bilhões de reais e tentar fechar as contas do governo, sob o pretexto de estancar a inflação e recuperar a credibilidade do Brasil junto aos investidores. Ora tenham a paciência...Som, som... Pois é, quem manda em mim é o mercado... Quer dizer, o Mercadante...
O tango macabro de Cristina Kirchner
O Brasil e as trevas
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