A suspeição da Vaza Jato
“O elemento probatório alcançado mediante fraude evidentemente não pode ser acostado a um processo, não pode servir a uma condenação, e não pode servir também a um pronunciamento de suspeição de um juiz. Prova ilícita é ilícita para todos os efeitos”, disse o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello a Claudio Dantas, […]
“O elemento probatório alcançado mediante fraude evidentemente não pode ser acostado a um processo, não pode servir a uma condenação, e não pode servir também a um pronunciamento de suspeição de um juiz. Prova ilícita é ilícita para todos os efeitos”, disse o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello a Claudio Dantas, na estreia do podcast CD Talks.
O ex-ministro se referia ao hackeamento de mensagens de membros do Ministério Público, conhecido como Vaza Jato. Na conversa, Mello criticou ainda a decisão que tirou de Curitiba os processos da Lava Jato. “Será que a 13ª [Vara] Criminal de Curitiba avocou esse processo envolvendo a Petrobras? Não. A primeira lavagem de dinheiro da Petrobras ocorreu em Londrina.”
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