Depois do atentado: as desculpas e estratégias
A diretora do Serviço Secreto dos Estados Unidos, Kimberly Cheatle, admitiu falhas em relação ao ataque a tiros a Donald Trump
Um vídeo que circula nas redes sociais sobre o atentado a Donald Trump mostra o atirador no telhado perto do comício onde ocorreu o ataque ao ex-presidente e agora candidato do Partido Republicano à Presidência dos Estados Unidos.
A divulgação dessa gravação fez com que aumentassem as críticas ao serviço secreto americano, já que o atirador foi visto por diversas pessoas antes dos disparos. A alegação é de que a coordenação com as autoridades locais, responsáveis pela área externa, falhou.
A diretora do Serviço Secreto dos Estados Unidos, Kimberly Cheatle, admitiu falhas em relação ao atentado contra o ex-presidente Donald Trump na Pensilvânia. Em entrevista à ABC News, ela afirmou que a “responsabilidade é dela”, mas destacou que não pretende renunciar.
Em pronunciamento, o presidente Joe Biden tentou diluir o atentado a Trump em outros casos de violência. O pré-candidato do Partido Democrata citou episódios como a invasão ao Capitólio e o ataque ao marido de Nancy Pelosi, ex-presidente da Câmara dos Estados Unidos.
“O maior mosquito do mundo” é como o ex-presidente americano Donald Trump definiu a bala que rasgou sua orelha no sábado, 13, enquanto o candidato republicano à presidência dos Estados Unidos discursava na Pensilvânia. Ele falava por telefone com Robert F. Kennedy Jr., candidato independente à Casa Branca, e a gravação vazou.
Felipe Moura Brasil e Duda Teixeira comentam:
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